Quarto de bebê rosa e cinza

Se você tem filho ou está grávida, sabe muito bem que uma das coisas que a gente mais sonha durante os nove meses é com o quartinho do bebê. A gente planeja cores, móveis, decoração, tudo com tanta empolgação, que somos capazes até de sentir o cheirinho do baby antes mesmo dele nascer.

Comigo não foi diferente! Eu vivi essa mesma ansiedade com aquelas doses extras de estresse e preocupações. Mas, no fim das contas, tudo ficou bem melhor do que eu imaginava. =)

O Projeto

O projeto do quartinho de Bia foi feito pela minha irmã, Gigi Arruda. Ela é uma designer de interiores super competente (sem corujisse de irmã, juro!). Nosso objetivo era montar um ambiente funcional, aconchegante, bonito e baratinho num espaço bem pequeno. Alguns itens nós compramos prontos, como o berço e o roupeiro; outros, nós ganhamos, como a poltrona e a banheira com trocador; e os demais itens foram feitos sob encomenda, com base nos desenhos de Gigi. Dá uma olhada no projeto:

Quarto de bebê rosa e cinza

Quarto de bebê rosa e cinza
Quarto de bebê rosa e cinza

O quarto antigo

Antes de se transformar num quarto fofo e colorido, este era o cômodo mais feio do nosso apartamento. Paredes brancas com manchas de infiltração, móveis antigos e peças de computadores por todos os lados (eu já falei que meu marido trabalha com informática, né?), além de instrumentos musicais, caixa de guitarra, pedais... Ou seja, uma mega bagunça! O que a gente fez com tudo isso? Distribuímos. A maior parte das coisas foi despachada para a casa da sogra, outra parte guardada dentro do rack da sala e o que restou foi parar num cantinho escondido do nosso quarto. =)

A execução

Por causa do nosso probleminha com as paredes infiltradas, o quarto precisou passar por uma reforma. Na verdade, todo o apartamento acabou ganhando um pequeno trato para receber nossa pequena. A troca do reboco das paredes infiltradas ficou por conta do meu marido e do meu pai. A instalação do rodateto e montagem do painel de gesso onde fica o berço também foram feitas pelo vovô materno de Bia, com o auxílio do papai. Como mão de obra é a parte mais cara de uma reforma, isso nos rendeu uma super economia!

As tintas que usamos no quarto de Bia foram: Creme de Morango (parede rosa) e Cinzelado (o pedacinho cinza da parede oposta), ambas da Coral. Sobre o painel de gesso, aplicamos um papel de parede florido que comprei pela internet. Ele é autocolante e deve ser fácil de aplicar. Eu já tinha feito algo semelhante com papel contact aqui, mas, dessa vez, com o barrigão saindo pela boca, achamos melhor contratar um profissional. O dossel para mosquiteiro também foi feito pelo meu pai. Não ficou lindo? Eu não quis furar o painel de gesso, porque futuramente quero substituir o berço por uma caminha, e talvez queira remover o mosquiteiro. Por esse motivo, pedi que o meu pai fizesse uma haste que prendesse o dossel no próprio berço, ao invés da parede.

Quarto de bebê rosa e cinza

Quarto de bebê rosa e cinza

Quarto de bebê rosa e cinza

Quarto de bebê rosa e cinza

Quarto de bebê rosa e cinza

Quarto de bebê rosa e cinza

Ah! Eu já falei sobre o porquê de ter escolhido esse protetor de berço aqui no blog. Vale a pena conferir! ;)

Gostaram do resultado? Eu amei. Ficou modesto, como tudo em minha casa, mas muito fofo e acolhedor.
Vou deixar o contato da minha designer de interiores favorita aqui embaixo:

Gigi Arruda
facebook.com/designergigi
Orçamentos: gigiarrudaa@gmail.com

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O ano praticamente já acabou, né, gente? Mas as confraternizações estão só começando. Pra inspirar vocês, eu trouxe uma dica muito legal, que, além de deixar seu look completinho para as festas, pode ser um ótimo presente para sua amiga secreta. =)

A KB Acessórios trabalha com bijouterias feitas à mão e joias folheadas. Tem peças de 10, 15, 30, 50, 70 reais, de vários estilos, cores e tamanhos. É tanta coisa linda com precinho camarada, que o difícil mesmo é escolher, viu?! A loja selecionou algumas delas pra gente dar uma olhadinha. Tem notícia boa no final do post! ;)







Por enquanto, a KB Acessórios vende apenas em João Pessoa/PB. Então, se você mora aqui, corre lá na lojinha virtual e escolhe logo suas peças, porque tá tudo com até 30% de desconto (à vista)!

Compre pela loja virtual: AQUI
Siga no Instagram: @kb.acessorios

Partiu, escolher a minha! Depois eu mostro no meu IG!

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ar condicionado

O verão ainda nem começou, mas o calor já tomou conta do Brasil. E pra gente não derreter feito sorvete no asfalto, a solução tem nome e sobrenome: ar condicionado. Só que quando a conta de luz chega, o mocinho logo vira vilão, né? Fazendo a gente suar ainda mais pra manter o orçamento doméstico na linha.

A boa notícia é que dá para desfrutar desse conforto sem passar sufoco no fim do mês. Você só precisa ficar atento a alguns detalhes e criar novos hábitos de economia em casa e no trabalho. Anote aí! ;)

1)    Procure o Selo Procel

A economia começa logo na compra do seu aparelho. A etiqueta mostra o grau de eficiência energética do produto, que vai de A (mais eficiente) a G (menos eficiente). Antes de fechar negócio, verifique se o índice de consumo e desempenho é bom, optando sempre pelos aparelhos com selo Procel A. Vale destacar que os aparelhos com Tecnologia Inverter (que funcionam com temperatura estável) podem consumir até 40% menos energia elétrica.

2)    Instale corretamente

Pode até parecer bobagem, mas a má instalação do ar-condicionado pode reduzir drasticamente sua eficiência e aumentar ainda mais o consumo de energia. O correto é instalar o aparelho no lugar mais alto possível (lembre que ar frio desce e ar quente sobe) e com boa circulação de ar, de preferência, longe da luz direta do sol.

3)    Não exagere no frio

Você não precisa ajustar o termostato para 17ºC sempre. Pelo menos para a maioria das pessoas, uma temperatura de 22 a 24 graus é considerada ideal. Tenha em mente que cada grau a menos pode aumentar até 8% do consumo de energia elétrica.

4)    Mantenha o ambiente fechado

Essa regrinha é básica, todo mundo já sabe. Se o ar quente do lado de fora entra no ambiente climatizado, ele faz o ar-condicionado trabalhar mais para manter o lugar friozinho. Isso vai trazer aumento na conta de energia, gente reclamando que o aparelho não está dando conta do calor e, provavelmente, vai fazer alguém descumprir a dica anterior.

5)    Vai demorar? Desligue. Volta logo? Deixe ligado.

Desligar o ar-condicionado quando o ambiente estiver vazio nem sempre é a melhor maneira de economizar. Isso porque, ao ser religado, ele irá consumir mais energia para resfriar o ambiente novamente. O segredo é simples: se a ausência for longa, desligue; se for curta, mantenha ligado.

6)   Limpe os filtros

Além de causar problemas respiratórios, a sujeira bloqueia a circulação de ar, fazendo o aparelho trabalhar mais e, consequentemente, consumir mais energia. Por isso, procure manter os filtros sempre limpos. Sua saúde agradece e o seu bolso, também.


Viu, só? Nem é tão difícil assim. Com um pouquinho de atenção e cuidado, a gente consegue espantar o calor e manter a cabeça fria na hora de pagar a conta de luz.

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cooktop ou fogão

Se você está prestes a casar ou pretende dar um up na sua cozinha, lembre-se que, a menos que você siga uma dieta crudívora (sim, essa palavra existe, joga no google) o fogão é um item in-dis-pen-sá-vel! Mas, antes de escolher o “melhor” modelo e marca, é importante descobrir qual realmente será a melhor opção para a SUA família. =)

O primeiro passo para acertar na escolha do tipo de fogão ideal para sua cozinha é analisar suas reais necessidades. Veja alguns pontos da sua rotina em casa:

Sua cozinha é pequena?
A decoração é modulada?
Você costuma cozinhar com frequência em casa?
Usa muito o forno?
Quantas pessoas moram com você?

Cooktop

Ideal para quem tem cozinha pequena e/ou modulada, o cooktop é o sonho de consumo de muita gente. Esse modelo moderno de fogão se destaca por seu design diferenciado, que dá um toque de sofisticação na decoração. 

cooktop ou fogão

Tipos de cooktop

Você encontra diferentes tipos de cooktop no mercado. Com modelos de 2 a 5 bocas, mas o funcionamento desse fogão cheio de estilo é variado:

cooktop por indução
cooktop elétrico
cooktop a gás 

O que você precisa para ter um cooktop em casa

A dica para saber se esse fogão é realmente indicado para você é, antes de investir nesse equipamento moderno, observar o espaço da sua cozinha. Isso porque é preciso ter disponível uma bancada de 2 a 6 centímetros de espessura. A base dela precisa ser uma pedra fria, como granito ou mármore.

Além disso, como o cooktop não vem com forno embutido, é recomendado para quem costuma usar muito o micro-ondas. Caso contrário, você precisará comprar um forno elétrico ou de embutir. 

Vantagens

Design moderno
Deixa sua cozinha mais sofisticada
Ocupa menos espaço

Desvantagens

Você precisa comprar um forno separadamente
Precisa de uma bancada de 2 a 6 centímetros de espessura
Cooktop elétrico gasta mais energia do que fogões convencionais (prefira modelos selo Procel A para minimizar os gastos, mas esteja preparado para o alto consumo) 
cooktop ou fogão

Fogão convencional

O bom e velho fogão a gás é uma ótima alternativa para quem cozinha muito. Ideal para cozinhas maiores, esse aparelho pode ser usado por quem mora com família grande ou pequena. 

Tipos de fogão a gás

Existem modelos que acendem automaticamente, o que é bem mais prático, mas há também fogões que não oferecem esse recurso. Dessa forma, você precisará escolher de acordo com seu orçamento e necessidades específicas.

Fogão 4 bocas
Fogão 5 bocas
Fogão 6 bocas 

O que precisa para ter um fogão convencional em casa

Verifique se o espaço disponível na cozinha possibilita que o fogão fique distante da parede aproximadamente 10 centímetros e a essa mesma distância dos eletrodomésticos ao redor dele.

Observe se o sistema elétrico de sua casa está funcionando corretamente. Quando instalar seu fogão a gás, deixe uma tomada apenas para esse aparelho. Ou seja, nada de benjamins e outros tipos de ligações improvisadas.

Se o seu condomínio tem gás encanado, busque orientação com o síndico. Se morar em casa, busque ajuda de um profissional. Observe também se é preciso entrar em contato com o fabricante para a instalação ou adaptação de algo.

Vantagens

Vem com forno embutido
Assa a comida rapidamente e de forma uniforme
Consome menos energia que o cooktop

Desvantagens

Precisa de espaço na cozinha
Cuidados com as instalações de energia elétrica e gás

Como limpar seu fogão 

Cooktop

Em relação à higienização do cooktop, ela é bem simples. Basta limpar o aparelho com detergente neutro e água. Na hora de esfregar, use a parte macia da esponja para evitar danos. 

cooktop ou fogão

Fogão convencional

Assim como o cooktop, os fogões convencionais também são simples de limpar, porém, delicados.

Dessa forma, não utilize esponjas duras ou palhas de aço na higienização. Também não use produtos abrasivos (em hipótese alguma) nem jogue água no aparelho ainda quente. Basta usar um produto anti-gordurante específico e uma esponja macia para fazer a limpeza. Para retirar depois, é só usar um pano levemente úmido.

O dia a dia de quem cozinha em casa pode até não ser um mar de rosas sempre, mas ter uma cozinha linda e funcional torna essa tarefa bem mais fácil e agradável, não é? =)


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Jogo de lençol

Fala a verdade... Tem coisa mais gostosa do que deitar numa cama macia, quentinha e cheirosa? Depois de um dia cansativo, isso é tudo o que a gente mais quer! Mas para manter os lençóis sempre novinhos, limpos e perfumados é preciso alguns cuidados. Dá só uma olhada!

Colorido aqui, branco lá

Antes de lavar suas roupas de cama, não esqueça de ler as instruções das etiquetas. Essa lição todo mundo já aprendeu um dia, mas não custa repetir: peças coloridas não podem ser lavadas junto com as brancas. Isso, porque uma peça colorida pode desbotar e estragar completamente aquele seu lençol branquinho 600 fios ma-ra-vi-lho-so! Ah, e se for utilizar alvejante para desencardir uma peça branca, escolha um sem cloro, pois ele pode amarelar o tecido com o passar do tempo.

Secar ao sol deixa mais perfumado, porém...

Talvez você já tenha notado a diferença. Peças que secam ao sol ficam com um cheirinho muito mais gostoso do que as que secam à sombra. Por outro lado, o sol pode deixar os tecidos brancos amarelados ou desbotar os coloridos. A solução mais indicada para esse impasse, é pendurá-las num ambiente naturalmente ventilado, porém, protegido da exposição direta ao sol.

Mais fácil de passar

Deixar um lençol de casal bem esticadinho pode se tornar uma tarefa fácil se, antes de passar o ferro, você borrifar a famosa "água de passar" vendida em supermercados ou feita em casa (de preferência, sem álcool). Tecidos levemente úmidos tendem a desamassar mais rápido, já que o ferro desliza melhor. Além dessa facilidade, a água de passar vai deixar a roupa de cama perfumada por mais tempo. Vale lembrar que não é preciso (nem recomendado, pois pode danificar) passar colchas de enchimento e edredons.

Organizando o armário

Sabe aquela pilha de lençóis e fronhas que ficam disputando espaço no armário? Esqueça! Você pode deixar as peças de cada jogo de cama juntinhas e prontas para usar. Basta colocar o lençol de elástico e o lençol plano dentro da própria fronha. Assim, fica mais fácil de localizar o jogo completo no armário na hora de usar e, principalmente, de manter tudo arrumadinho.

Jogo de lençol

Quando trocar a roupa de cama

Para evitar o acúmulo de ácaros, os médicos recomendam que a troca da roupa de cama seja feita semanalmente. Mais que uma questão de saúde, o hábito também garante que a cama fique sempre perfumadinha, livre de odores de suor e resquícios de sujeira. Para não esquecer, você pode criar a rotina de realizar a troca num dia específico da semana, como o sábado, por exemplo.

E você, tem alguma dica legal para manter os lençóis novos, limpos e perfumados por mais tempo? Comente aqui embaixo! Eu quero saber. =)

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ContentBiz


Atenção, blogueiros, youtubers e instagramers!
Nos dias 17 e 18 de novembro, vai rolar um evento muito legal em João Pessoa: o ContentBiz. =)

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Beijos!
Li



Regras básicas para visitar um recém-nascido

O tão esperado bebê nasceu e, claro, todo mundo quer conhecê-lo, pegar no colo, tirar foto, encher de beijos... Mas, vá com calma! Se você pretende visitar o bebê de algum parente ou amigo, seja recém-nascido ou já com alguns meses, veja o que deve fazer (ou deixar de fazer) para não cometer gafes.

Com muito carinho e um pouco de bom senso, todo mundo vai curtir o bebê! =)

1. Na maternidade ou em casa?

Alguns pais mais reservados acreditam que este primeiro momento com o bebê deve ser totalmente íntimo, por isso, preferem que todos esperem alguns dias ou meses para visitá-los em casa, quando a rotina estiver mais tranquila. Já outros, além de desejarem compartilhar este momento com toda a família e amigos, acham mais prático recebê-los na maternidade, porque sabem que ali poderão desfrutar da estrutura do hospital (enfermeiros, copeiros, equipe de limpeza, etc). Vale lembrar que mesmo quando os pais desejam visita na maternidade, é aconselhável que apenas os parentes mais íntimos (avós e tios) estejam presentes no dia do nascimento. Se os pais não deixarem claro qual a preferência deles com antecedência (antes do bebê nascer), a regra básica é perguntar e, claro, respeitar sem questionamentos.

2. Espere um pouco mais

Se você não visitou o bebê na maternidade, espere ao menos alguns dias para visitá-lo em casa. Quem já teve filhos sabe o quanto os primeiros dias são exaustivos. Se você for muito íntimo do casal, pode se oferecer para ajudá-los.

3. Está doente? Não vá!

O motivo é óbvio: o bebê possui um sistema imunológico frágil e nunca tomou vacina. Não é aconselhável que entre em contato com pessoas doentes (nem mesmo um resfriado). Espere até que você esteja completamente recuperado para visitá-lo.

4. Avise antes

Não importa se a visita será na maternidade ou em casa, não vá sem marcar antes. Para os pais, os primeiros meses com o bebê são um misto de alegria e de adaptações. A mãe pode estar sentindo dores do pós-operatório, com dificuldades para amamentar ou até mesmo levemente deprimida (o que pode acontecer no puerpério, por causa das mudanças hormonais). Ao chegar de surpresa, você poderá encontrá-los num momento de estresse ou atrapalhar o momento de descanso da família. Não custa ligar antes para saber qual o melhor dia e horário para uma visita.

5. Levar crianças? Talvez

Geralmente é recomendado não levar crianças para visitar bebês. Eu acho complicado este tipo de recomendação, já que muitas vezes os pais não têm com quem deixá-las. Além disso, algumas crianças são parentes próximos do bebê e também estão ansiosas para conhecê-lo. Na minha opinião, crianças são bem-vindas quando são comportadas e, claro, não estão doentes. Se você sabe que sua criança irá fazer barulho e birra para beijar ou pegar o bebê no colo, tenha bom senso e não a leve.

6. Higiene é essencial

Se os pais pedirem para você lavar as mãos ou passar álcool em gel durante a visita, não sinta-se ofendido. Esta é uma preocupação natural com a saúde do bebê. Não espere que peçam. Ao chegar na maternidade ou na casa do bebê, lave bem as mãos e os antebraços.


7. Evite cheiros fortes

O bebê ainda é um ser completamente indefeso, que pode sofrer com irritações ou alergias. Não exagere no perfume e evite fumar antes de fazer a visita. Flores também podem causar alergias, portanto costumam ser proibidas na maternidade.

8. Colo? Só se os pais oferecerem

Não importa o seu grau de intimidade com os pais, nem o quanto você é experiente: não peça para pegar o bebê no colo. Os pais podem estar inseguros e ficar constrangidos com a situação. Tenha certeza de que, se desejarem, eles mesmos irão oferecer. Eu fiz questão de pedir que todos pegassem Bia no colo na maternidade, e registrei tudo em fotos pra guardar de lembrança, mas nem todo mundo gosta. É importante respeitar. Vale ressaltar também que jamais se deve pedir para colocar o bebê no colo de outra criança, a menos que sua intenção seja realmente constranger os pais ou levar um fora.

9. Não pegue (nem beije) a mão do bebê

Esta parece ser uma recomendação que muita gente desconhece. A mãozinha do bebê é uma tentação, eu sei! Todo mundo quer tocar e até beijar. O problema é que bebês têm o hábito de colocar a mão na boca, e, consequentemente, podem levar todo tipo de vírus e bactérias até ela. Contente-se em tocar os pés, a barriguinha e a cabecinha. Da mesma maneira, não se deve beijar o rostinho do bebê. Deixe esse privilégio apenas para a mamãe e o papai.

10. Sem pitacos!

"Nossa, como o bebê é pequeno!", "sua barriga ainda está bem inchada", "fulana perdeu todo o peso da gravidez em 15 dias", "seu bebê está com manha!", "não lave a cabeça do bebê", "seu leite é fraco, tem que dar complemento", "tô achando o seu bebê magrinho", "você está amamentando a cada 2 horas?". A intenção pode até ser boa, mas, acredite: pitacos e comparações nunca são bem-vindos. Guarde tudo pra você.

11. Fale baixo

Esta é uma regra óbvia, que dispensa explicações. Mas se você for muito sem noção, leia a próxima regra.


12. NÃO ACORDE O BEBÊ!

Não a-cor-de o be-bê! Se você não faz ideia do quanto dá trabalho fazer o bebê dormir, entenda de uma vez por todas que é durante este tempo que a mãe come, faz xixi, toma banho e, se ele já não tiver acordado, aproveita pra dormir.


13. Não prolongue a visita

Você pode estar empolgado com a chegada do bebê. Todos estão! Mas é preciso lembrar que ele acabou de nascer e precisa de um tempo a sós com a mamãe e o papai para se adaptar ao mundo desconhecido. Se perceber que há muitos visitantes de uma só vez ou que a mãe precisa amamentar, deixe o local por um tempo e volte quando estiver mais tranquilo. O ideal é que a visita não dure mais do que 30 minutos, exceto se os pais insistirem para você ficar mais tempo.

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Eu listei as regrinhas que, particularmente, considero mais importantes. Espero que seja útil pra você, que vai visitar um bebê pela primeira vez e não faz ideia de como se comportar. E se você é uma mamãe prestes a ganhar neném, compartilhe este post nas suas redes sociais. Só assim, todo mundo fica sabendo de uma só vez como evitar gafes. ;)

Esqueci alguma regra importante? Comentem aqui!

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Bebê de 2 meses

Hoje, dia 20 de agosto, é um dia muito especial pra mim. Bia completa três meses de nascida e eu me sinto como se tivesse concluído o "período de experiência" de um novo (e permanente) trabalho. O salário? Ah, só de olhar pra esse rostinho lindo, já me sinto a mulher mais bem paga do mundo!

Como ainda não pude escrever o relato do parto, nem consegui falar sobre as experiências de cada mês, resolvi juntar tudo num post só e compartilhar com vocês. Senta aí, que a história é longa. ;)

A escolha do parto

Não me lembro de alguma vez na vida ter considerado a possibilidade de um parto normal. Definitivamente, gritar de dor não estava nos meus planos, até eu engravidar. Logo no comecinho da gestação, algo começou a mudar dentro de mim (literalmente, né?). Minha mente se abriu para essa possibilidade... comecei a pesquisar, ouvir relatos e, em pouco tempo, eu já estava decidida: "quero um parto normal". Leandro, claro, me apoiou totalmente. Ao contrário do que pensei a vida toda, dessa vez, definitivamente, eu não queria encarar um pós-operatório logo nos meus primeiros dias como mãe. Conversei com a minha obstetra, e ela também me deu todo o apoio que eu precisava.

Os meses foram passando e até comecei a pensar que Bia chegaria antes da hora, de tão agitada. Chegou a 36ª semana, 37º, 38º, 39º, e nada... Nada de contrações fortes, nada de bebê encaixado, nada de saída do tampão mucoso, nada de perda de líquido amniótico. Útero fechadinho. Nenhum sinal de trabalho de parto. Minha obstetra recomendou que esperássemos somente até completar 40 semanas, se Bia não nascesse, ela faria uma cesárea (embora seja possível esperar até 42 semanas, os riscos para o bebê podem aumentar a partir da 41º). Meu desejo de ter um parto normal não era mais importante que a segurança do meu bebê. Segui a recomendação da obstetra.

O parto

Depois de uma noite mal dormida (ansiedade) e de ter finalizado os últimos detalhes do quartinho de Bia com Leandro, no dia 20 de maio (40 semanas de gestação), levantei cedinho, tomei café da manhã e deitei no sofá. Não consegui dormir. Fiquei no celular, trocando mensagens com a minha mãe e minhas irmãs, enquanto pensava se faltava colocar algo na mala e esperava a hora da minha última refeição do dia, às 9h. Mais tarde, tomei banho, colocamos as bagagens no carro e fomos (eu e Leandro) para a última consulta com a minha obstetra (por volta das 11h). De lá, já saímos com as papeladas direto para a maternidade. A espera na recepção para assinar a internação deve ter durado umas 2h. Não lembro o motivo da demora, mas nem tive tempo de organizar minhas coisas no apartamento. Leandro foi deixar as malas no quarto, enquanto eu, minha mãe e o maqueiro subimos direto para o bloco cirúrgico, onde a equipe médica me aguardava.

Parto cesárea

Minha obstetra me recebeu na porta do bloco com um "high five" e um sorrisão no rosto. Tomei um banho com clorexidina e vesti a bata. Foi quando, para o meu alívio, Leandro apareceu já vestido com a roupa de acompanhante. Tive muita sorte porque, além do meu marido, pude contar com a presença da minha mãe na sala de parto (ela é enfermeira e trabalha neste mesmo hospital).

Entrei naquela sala gelada e o anestesista foi logo se apresentando. Ele explicou o procedimento e me pediu pra sentar na maca e curvar as costas (fazendo uma corcunda). Minha obstetra segurou minhas mãos e me abraçou (me forçando a ficar na posição correta), enquanto o anestesista aplicava a injeção na coluna. Foi tudo muito rápido. Mal senti a agulha entrando nas costas, e também não senti nenhum incômodo nas pernas, como algumas pessoas relatam. Eu deitei na maca ainda sentindo as pernas, mas logo foi adormecendo e passei a não sentir nada do peito para baixo.

A equipe médica me passou muita confiança. O anestesista ficou o tempo todo na parte de trás da maca, me contando tudo o que estava acontecendo, explicando o que era cada medicamento que colocava no soro e me dizendo o que eu iria sentir. Ele foi simplesmente excelente!

Na hora em que as médicas foram puxar Bianca, o anestesista disse que eu sentiria uma pressão no peito. De fato, a sensação era de que estavam tirando ela do meu peito, hahaha. É difícil de explicar... Não dói nem um pouco, mas você sente que estão mexendo na sua barriga. Comecei a ficar meio tonta, e senti como se meus batimentos cardíacos estivessem fracos. Minha cabeça doía. Falei o que estava sentindo ao anestesista e ele me acalmou, dizendo que a tontura era por causa da anestesia e que iria colocar um medicamento para dor de cabeça no soro. Quem assistiu ao parto lá no YouTube (assista aqui), deve ter notado que eu estava bem séria e meio grogue.

Parto cesárea

Eu ouvi o chorinho de Bia. Não sei descrever isso. Apenas chorei. E chorei ainda mais quando vi o rostinho dela. (Ps. O vídeo não mostra a primeira vez que vi Bia - acho que Leandro parou de filmar para fotografar. Mostra só o momento em que a pediatra me trouxe ela para beijar.)

Parto cesárea

Parto cesárea

Minha pressão arterial subiu muito, chegou a 17x9. Fui medicada novamente na sala de observação, e de lá, segui para o apartamento, já com Bia nos braços.

Ainda na maternidade...

Em meio à felicidade de ter minha princesinha nos braços e à alegria da família, uma coisa me deixou muito nervosa: a amamentação. O colostro era tão pouquinho, que uma técnica de enfermagem precisou espremer meu peito feito laranja, pra coletar a primeira mamadinha de Bia num copinho, já que ela não conseguiu sugar sozinha. Eu morria de medo sempre que alguma técnica abria a porta do apartamento, porque sabia que iria espremer (sim, a palavra é essa mesmo) meu peito até sair alguma coisa, e isso era muito, muito doloroso. Além da dor do peito, sempre que Bia conseguia pegar o bico e sugar (depois de várias espremidas), eu sentia muita dor no útero. É que a sucção do bebê no peito faz o útero contrair, o que já é doloroso pra quem teve um parto normal. Agora imagine o quanto dói um útero pós-operado se contraindo! Nem quero lembrar.

Primeiro mês

Meus pais já haviam sugerido que a gente passasse os primeiros dias na casa deles, mas eu e Leandro tínhamos decidido que era melhor irmos para o nosso cantinho mesmo. Afinal, o que poderia dar errado? (sabe de nada, inocente!). Recebemos alta no domingo, depois do almoço. No primeiro dia em casa estávamos exaustos! Desde a maternidade que a gente não dormia direito. À noite, jantamos e Leandro me mandou dormir no nosso quarto, que ele ficaria com Bia no quartinho dela (ao lado do berço, na cadeira de amamentação, dormindo sentado. Vê se pode!) Eu dormi por algumas horas, mas logo acordei com dores do pós-operatório e receio de que Leandro dormisse (de tão cansado) com Bia no colo e ela escorregasse. Resumindo a novela: Bia acordou e passou a noite toda chorando (leia-se "berrando"). Eu amamentava, mas a quantidade de leite não era suficiente ainda. Ela chorava sem parar... A gente dava remédio pra cólica, mas ela continuava chorando. A menina estava com fome, e a gente, inexperiente, não sabia!

Bebê 1 mês

Eu não dormi, Leandro não dormiu e Bia só parou de chorar quando eu coloquei meu dedo na boca dela, pra ela sugar. Foi uma noite terrível. Meu corpo estava moído do fio de cabelo à unha do dedo mindinho do pé. Eu estava cansada, doída da cirurgia (já havia levantado e sentado um milhão de vezes) e completamente abalada emocionalmente (no pós-parto a mulher fica meio deprê e cheia de paranóias).

No dia seguinte, como se já soubesse que nossa experiência tinha sido desastrosa, minha mãe chegou cedinho no nosso apartamento. Veja a cena que ela encontrou: eu apagada no sofá, Bia numa cadeirinha de descanso ao lado do sofá (com meu dedo dentro da boca) e Leandro todo descabelado e desorientado, tendo que sair para trabalhar. Sem exageros, minha mãe parecia um bombeiro resgatando as vítimas de um incêndio. Ela falou pra gente ir dormir, pegou Bia, deu banho nela, pôs pra dormir e preparou o nosso café da manhã (tudo ao mesmo tempo... não me pergunte como). A cena mais marcante foi quando ela me acordou com um prato de cuscuz e um copo de suco de uva e disse: "coma logo, porque daqui a pouco Bia vai acordar querendo mamar". No mesmo instante, ouvi o choro de Bia vindo do quarto. Chorei também. Chorei porque estava esgotada da noite anterior, porque o meu corpo todo doía e, principalmente, porque eu sabia que não daria conta quando minha mãe fosse pra casa. Naquela mesma manhã, fizemos as malas e fomos direto pra casa dos meus pais. Nossa intenção era ficar 1 ou 2 semanas, mas ficamos 1 mês, e foi a melhor coisa que poderíamos ter feito. Durante esse tempo, pude me recuperar da cirurgia e do torcicolo que adquiri tentando amamentar, aprendi a trocar fralda, dar banho e, finalmente, consegui amamentar minha filha (embora ainda fosse muito doloroso).

Sobrevivemos ao primeiro mês. Ufa! Voltamos pra casa e, aos poucos, fomos nos adaptando à nova rotina.

Segundo mês

Apesar das poucas horas de sono, no segundo mês, tudo já parecia mais simples do que antes: se chorar, provavelmente é fome, se espernear, pode ser cólica. A gente começou a se acostumar a dormir de pingo em pingo e passou a aproveitar melhor as horas de sono dela.

Bebê de 2 meses

Uma coisa muito importante aconteceu nesta fase: Bia começou a sorrir. Antes ela sorria apenas quando estava dormindo (involuntariamente). Agora não, ela sorria pra gente, interagindo. Era como uma recompensa por todo o nosso esforço. =) Passou também a nos acompanhar com o olhar e a se interessar pelas coisas à sua volta. Uma fofa.

Terceiro mês

A amamentação finalmente deixou de ser dolorosa e toda aquela dificuldade dos primeiros dias ficou no passado. Ainda dormimos poucas horas seguidas. Ainda faço minhas refeições enquanto amamento. E ainda levamos 2 horas pra ficarmos prontos antes de sair de casa. Só que agora tudo está "sob controle", e temos muito mais momentos de interação com nossa princesinha. A gente conversa, canta, ri, brinca, beija (o tempo todo), passeia e constrói um relacionamento lindo, que fica mais forte a cada dia.

bebê 3 meses

Eu me apaixonei pela minha pequena desde quando vi seus olhinhos pela primeira vez. Passei a amá-la mais que a mim e a querer protegê-la de qualquer mal. Todo esforço vale a pena, e eu não trocaria esses momentos, a minha família e a maternidade por nenhum tesouro desse mundo. Nenhum.

Este relato enorme não contém nem 5% de tudo o que a gente viveu nesses últimos meses. Não cabe, não tem como descrever. A gente apenas vive e guarda na alma. =)

Minha eterna gratidão a Deus, pela minha pequena e pela capacidade que tem nos dado de cuidar dela. "Porque dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas" (Romanos 11.36).


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Ultrassom 3D

Bianca nasceu no dia vinte de maio, mas eu fiquei devendo a continuação do diário de gravidez. Pra quem ainda não leu, eu escrevi sobre minha gravidez do primeiro ao quinto mês aqui.

Sexto mês | Ainda tenho fôlego

Toda mamãe sabe que o segundo trimestre é a melhor fase da gravidez. Isso porque a essa altura do campeonato, os enjoos já passaram e o barrigão ainda não está tão grande a ponto de atrapalhar as atividades do dia a dia. Além disso, essa é a fase em que a mamãe sente mais disposição. Sabendo disso, eu aproveitei para realizar o almoço de fraldas de Bia no sexto mês (não viu? veja aqui), já que a barriga estava grandinha o suficiente pra fazer fotos legais, e eu ainda tinha fôlego pra organizar e curtir a festinha.

Almoço de fraldas

Até então, nós não tínhamos comprado quase nada do enxoval de Bia. Eu estava dedicando boa parte do meu tempo para os preparativos da festinha, o que nos fez economizar bastante. Só depois de ver aquele monte de fraldas empilhadas no futuro quartinho dela, é que começamos a comprar os móveis e itens do enxoval. =)

Por causa do peso da barriga, as pernas e costas doíam bastante quando eu passava muito tempo em pé, mas depois de uns cochilos eu ficava nova.

Sétimo mês | Não é parto, são gases.

O cansaço bateu de vez. Tudo o que eu fazia merecia uma pausa para sentar e respirar. As atividades domésticas começaram a ficar mais difíceis (sim, eu sou sedentária), e a ansiedade também começou a falar mais alto. No sétimo mês, eu não podia ficar muito tempo sentada, que logo sentia dores nos rins. Também não podia comer e beber ao mesmo tempo, que logo ficava cheia de gases. A propósito, vocês sabem o quanto dói quando os gases ficam presos na barriga, né? Mas eu garanto que na gravidez a dor muito, MUITO maior!

Numa madrugada dessas, eu acordei sentindo muitas dores. Não sabia explicar onde doía exatamente. Era uma dor forte que eu nunca havia sentido. Fiquei de lado, sentada, deitada, agachada, em pé, de todo jeito! Não havia posição que aliviasse a dor. Leandro começou a ficar preocupado e eu comecei a achar que estava parindo (eu juro que não parecia gases!). Liguei pra minha mãe e contei o que estava sentindo. Ela, que passou por dois partos normais, disse que não parecia ser dor de parto, mas que era melhor ir ao hospital pra ter certeza. Três horas da manhã, estávamos nós três (eu, Leandro e minha mãe) na emergência do hospital. O médico ouviu os batimentos do bebê (tudo ok) e fez uma ultrassom (tudo normal). Tomei soro, remédio para dor abdominal e fui liberada pela manhã cedinho com uma lição de casa: "nunca mais coma bolo com água e não esqueça de tomar Simeticona". Ufa! Foi só um susto.

Oitavo mês | Meus pés incharam

Minhas sapatilhas já não cabiam mais nos pés, e as tirinhas das sandálias já não fechavam. Por onde eu passava, alguém comentava: "já está remando, né?". Eu parecia um pinguim andando! Bianca continuava mexendo muito e eu só tinha vontade de fazer uma coisa: dormir. O sono bateu novamente com toda força! Eu dormia a tarde inteirinha quase todos os dias.

Quarto de bebê

O barrigão estava lindo, do tamanho de uma melancia. Hora de fazer o ensaio de gestante (mostrei as fotos aqui). Foi neste mês também que finalmente o maridão começou a reformar o quartinho de Bia, que até então era o local de trabalho dele. Eu já estava aflita, achando que não daria tempo de concluir antes de Bia nascer, mas Leandro estava super relax... rsrs. Ele e meu pai deram conta da obra e executaram o projeto de design de interiores que a minha irmã caçula fez. Depois eu mostro pra vocês.

Como aproveitamos pra fazer uma mini reforma no restante do apartamento, tivemos que sair de casa por quase um mês. Ficamos na casa dos meus pais. Enquanto a ansiedade aumentava e a preocupação com a reforma me consumia, eu aproveitei para arrumar a mala de Bia (mostrei aqui) e cuidar das lembrancinhas da maternidade (mostrei aqui).


Nono mês | Diagnóstico de Ventriculomegalia 

Tudo estava indo perfeitamente bem com a saúde de Bia. Minha gestação estava super saudável e todos os exames estavam perfeitos. Eu estava com 37 semanas quando fui fazer a última ultrassom solicitada pela minha obstetra. Na sala de ultrassom, a médica fazia o exame, enquanto meu marido e minha irmã acompanhavam tudo. Foi quando a Dra Mariana perguntou se eu havia tido alguma infecção recentemente. Respondi que não, e ela explicou que Bianca estava com ventriculomegalia bilateral, que nada mais é do que o acúmulo de líquido nos ventrículos esquerdo e direito do cérebro (algo semelhante a hidrocefalia). O normal é até 10mm, ela estava com 14mm em ambos os lados. Fiquei sem chão.

Ventriculomegalia

Ela disse que o quadro era moderado e que não deveríamos nos preocupar, pois não havia aumento craniano, nem danos que comprometessem seu desenvolvimento. Disse que havia a possibilidade do próprio organismo absorver o líquido, mas que era preciso acompanhar. Segurei o choro, fiz cara de forte e fomos pra casa. A princípio, achamos melhor não compartilhar isso com o restante da família até termos um diagnóstico definitivo, já que ninguém poderia mudar a situação e eu sabia que ouvir as pessoas perguntando o tempo todo sobre isso me deixaria ainda mais preocupada. Oramos, entregamos a situação a Deus e descansamos. De verdade, naquele momento eu lembrei que a vontade de Deus é perfeita e confiei nEle, independentemente do que iria acontecer.

O Dr. Eduardo Fonseca, que é dono da clínica onde fiz a ultrassom, ficou sabendo do caso e pediu para me examinar também. Levei o resultado dos exames de sangue que havia feito três dias antes (pra descartar as possibilidades de toxoplasmose, sífilis, citomegalovírus, etc) e passei 1 hora dentro da sala, enquanto ele vasculhava o cérebro de Bia através da ultrassom. Ele confirmou o diagnóstico, mas nos tranquilizou dizendo que o cérebro dela estava intacto e que esse líquido poderia ficar ali a vida toda sem trazer nenhum prejuízo (se não aumentasse, claro). Ele mandou esperar o parto dela e reavaliar com sete dias de nascida.

Ventriculomegalia

Não se sabe explicar o motivo desse acúmulo de líquido. Pode ser apenas genético, já que eu não tive nenhuma das infecções citadas acima. O fato é que depois que Bia nasceu, fizemos a ultrassonografia transfontanela e, graças a Deus, o líquido havia diminuído para 9,68mm de um lado e 10,72mm do outro (o que significa que já está dentro da normalidade e que ela não tem mais ventriculomegalia). Saímos da clínica aliviados e muito gratos a Deus pelo seu cuidado

Transfontanela

Eu quis compartilhar a nossa experiência aqui no blog para dar esperanças às mamães que possam estar passando pela mesma situação neste momento. Apesar do susto, a nossa princesa nasceu linda e cheia de saúde! Em breve, publicarei um post com o relato do parto. Ah, e se você ainda não assistiu, confira o vídeo do nascimento de Bia aqui.

Até o próximo post! =)

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Lembrancinha de maternidade

Durante a espera pela chegada do baby, cada detalhe dos preparativos faz a gente morrer de ansiedade, não é mesmo? Eu ficava babando por cada coisinha fofa que ia ficando pronta. Pra quem não viu ainda, nós registramos o nascimento de Bia em vídeo, assista aqui.

Enfeite de porta

Para a chegada de Bianca, mais uma vez, eu contei com a ajuda de pessoas muito especiais. O enfeite de porta foi um presente da minha amiga Ju, feito com MUITO capricho pela Damiana, da Fofuras e Artes. Não tem quem passe por essa ovelhinha sem soltar um elogio. Sério mesmo! E como se tanta fofura não fosse suficiente, ainda fui surpreendida pelo nome BIANCA feito em feltro também. Eu recomendo demais o seu trabalho, porque mãos talentosas assim, a gente não encontra tão fácil, viu? Ela é de Curitiba/PR, mas aceita encomendas de todo o Brasil. É só entrar em contato pelo WhatsApp: (41) 8482-9994.


Enfeite de porta de maternidade

Enfeite de porta de maternidade

Claro que ao sair da maternidade os enfeites foram direto para o quartinho de Bia. Como eu havia recebido duas guirlandas iguaizinhas, elas couberam perfeitamente nos nichos redondos que estavam vazios. Ainda vou mostrar cada detalhe do quartinho num próximo post. Aguardem! ;)

Quarto de bebê


Lembrancinhas para visitas

Como mimo de agradecimento pela visita dos parentes e amigos na maternidade, eu queria dar algo que fosse realmente útil (para não acabar no lixo) ou comestível, que agrada a todo mundo. Foi quando minha irmã (Geysi) sugeriu brigadeiro no pote. Eu amei a ideia logo de cara, e ela já se prontificou a dar as lembrancinhas de presente pra gente. Coletamos potinhos de papinhas usados, lavamos e esterilizamos. As tampinhas foram pintadas com spray dourado e a arte personalizada (eu mesma fiz) foi impressa em papel fotográfico adesivo. O brigadeiro foi feito por Rayssa Nóbrega Doces, que está fazendo o maior sucesso aqui em João Pessoa. Eu não pude provar (porque não é bom comer chocolate em fase de amamentação), mas todo mundo amou!


Brigadeiro no pote

Brigadeiro no pote

Lembrancinhas dos avós, tios, obstetra e pediatra

Para os avós e titios de Bia, eu quis preparar algo especial. Era o mínimo que eu poderia fazer para agradecê-los por toda ajuda que nos deram. Personalizei as embalagens com a mesma arte das outras lembrancinhas, colei uma mensagem de agradecimento para cada um, e dentro da caixinha coloquei um gel pós-barba para os homens e uma mini necessaire em forma de calcinha para as mulheres. A minha obstetra e a pediatra de Bia receberam uma caixa com a mini necessaire e um kit em miniatura de hidratante para o corpo, para as mãos e sabonetinhos.

Lembrancinha dos avós

Lembrancinha dos avós

Lembrancinha dos avós

Decoração do apartamento

Nessa parte, eu confesso que não tenho nenhuma participação, rs. Minhas irmãs cuidaram da decoração do apartamento na maternidade, e meus pais providenciaram um lanchinho para as visitas (tortas, salgadinhos e refrigerantes). Achei tudo muito lindo e me senti privilegiada por ter pessoas tão prestativas ao meu lado. No momento em que eu e Leandro só pensávamos em cirurgia, amamentação e na vida nova que estava começando, eles cuidaram de tudo para que as visitas fossem bem recebidas. Obrigada, família!

Lembrancinha de maternidade

Lembrancinha de maternidade

Esse caderninho personalizado ficou em cima da mesa para que as visitas escrevessem mensagens de boas vindas a Bianca. Assim como muitos outros itens personalizados do quarto e enxoval de Bia (presentes da minha mãe), ele foi feito pelo Ateliê Mimo's Baby, aqui de João Pessoa. Tudo muito fofo e de ótima qualidade. Recomendadíssimo!

Por falar em coisa fofa, deixa eu aproveitar pra divulgar os acessórios de cabelo que Bianca usou na maternidade. Foram todos presentes da titia Tati (minha cunhada). Ela aceita encomendas de todo o Brasil, quem quiser conferir, tem um monte de lacinhos lindos lá no Instagram dela. Vem ver!

Acessório de cabelo rn


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